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Se você está prestando ou pretende prestar um concurso na área de segurança do trabalho, é fundamental que estude a NR 19 – Explosivos. Por isso, atenção total e estude muito este resumo.
Índice do Conteúdo:
O que é explosivos
Cmo proceder no manuseio de explosivos
Como agir em um acidente com explosivos
O que é Explosivos?
Para fins desta Norma, considera-se explosivo material ou substância que, quando iniciada, sofre decomposição muito rápida em produtos mais estáveis, com grande liberação de calor e desenvolvimento súbito de pressão.
As atividades de fabricação, utilização, importação, exportação, tráfego e comércio de explosivos devem obedecer ao disposto na legislação específica, em especial ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105) do Exército Brasileiro, aprovado pelo Decreto n.º 3.665, de 20 de novembro de 2000.
É proibida a fabricação de explosivos no perímetro urbano das cidades, vilas ou povoados.
Fabricação de Explosivos
Fabricação de explosivos somente é permitida às empresas portadoras de Título de Registro – TR emitido pelo Exército Brasileiro.
As atividades em que explosivos sejam depositados em invólucros, tal como encartuchamento, devem ser efetuadas em locais isolados, não podendo ter em seu interior mais de quatro trabalhadores ao mesmo tempo.
No manuseio de explosivos, é proibido:
a) utilizar ferramentas ou utensílios que possam gerar centelha ou calor por atrito;
b) fumar ou praticar atos suscetível de produzir fogo ou centelha;
c) usar calçados cravejados com pregos ou peças metálicas externas;
d) manter objetos que não tenham relação direta com a atividade.
Nos locais de manuseio de explosivos, matérias primas que ofereçam risco de explosão devem permanecer nas quantidades mínimas possíveis, admitindo-se, no máximo, material para o trabalho de quatro horas.
Os depósitos de explosivos devem obedecer aos seguintes requisitos:
a) ser construídos de materiais incombustíveis, em terreno firme, seco, a salvo de inundações;
b) ser apropriadamente ventilados;
c) manter ocupação máxima de 60% da área, respeitando-se a altura máxima de empilhamento de dois metros e uma entre o teto e o topo do empilhamento;
d) ser dotados de sinalização externa adequada.
É proibida a armazenagem de:
a) acessórios iniciadores com explosivos, inclusive pólvoras ou acessórios explosivos em um mesmo depósito;
b) pólvoras em um mesmo depósito com outros explosivos;
c) fogos de artifício com pólvoras e outros explosivos em um mesmo depósito ou no balcão de estabelecimentos comerciais;
d) explosivos e acessórios em habitações, estábulos, silos, galpões, oficinas, lojas ou outras edificações não destinadas a esse uso específico.
As cercas em torno dos estabelecimentos devem:
a) ser aterradas;
b) apresentar sinais de advertência em intervalos máximos de 100 m;
c) delimitar os setores administrativo, de depósitos e de fabricação.
Todas as vias de transportes de materiais no interior do estabelecimento devem:
a) apresentar largura mínima de 1,20 m;
b) ser mantidas permanentemente desobstruídas;
c) ser devidamente sinalizadas.
Deve ser mantida uma faixa de terreno livre de vegetação rasteira, com 20 m de largura mínima, em torno de todos os depósitos e pavilhões de trabalho.
Todo projeto de instalação, reforma ou mudança da empresa, após sua autorização pelo Exército, deve ser comunicado por escrito ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego antes do início da sua execução.
O Plano de Emergência e Combate a Incêndio e Explosão deve ser implantado segundo cronograma detalhado contendo prazos para execução de todas as etapas, inclusive treinamento teórico e prático, devendo ser simulado e revisado anualmente, com a participação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA – e de todos os trabalhadores.
É vedada a permanência de fontes de ignição, assim como de materiais ou utensílios estranhos à atividade, no interior dos pavilhões de trabalho com explosivos.
As ferramentas utilizadas no manuseio de materiais explosivos devem ser de aço inoxidável ou outro material que dificulte a geração de faíscas.
Durante a jornada laboral as portas dos pavilhões de trabalho devem ser mantidas totalmente abertas para fora, por meio de dispositivo adequado para sua fixação nessa posição, constituído de material que não gere centelhas por atrito, devendo ser mantidas permanentemente desobstruídas.
Os depósitos de pólvora negra, de produtos acabados e de bombas devem ser dotados de instrumentos para aferição de temperatura e umidade do ar, mantendo-se à disposição dos órgãos de fiscalização registro escrito das medições, que devem ser realizadas diariamente.
Acidentes com Explosivos
Todos os acidentes e incidentes envolvendo materiais explosivos ocorridos na empresa devem ser comunicados em até 48 horas aos sindicatos das categorias profissional e econômica, à Delegacia Regional do Trabalho no Estado ao qual pertence o estabelecimento e ao Exército Brasileiro.
Assista ao vídeo abaixo, em que apresento um resumo da NR 19, mais os principais destaques da norma.
Aprenda definitivamente a NR 08 – Edificações. Incluindo destaques e ilustrações para facilitar seu aprendizado.
Os locais de trabalho devem ter a altura do piso ao teto, pé direito, de acordo com as posturas municipais, atendidas as condições de conforto, segurança e salubridade, estabelecidas na Portaria 3.214/78.
Requisitos para Circulação
Os pisos dos locais de trabalho nãodevem apresentar saliências nem depressões que prejudiquem a circulação de pessoas ou a movimentação de materiais.
As aberturas nos pisos e nas paredes devem ser protegidas de forma que impeçam a queda de pessoas ou objetos.
Pisos, Rampas e Escadas
Os pisos, as escadas e rampas devem oferecer resistência suficiente para suportar as cargas móveis e fixas, para as quais a edificação se destina.
As rampas e as escadas fixas de qualquer tipo devem ser construídas de acordo com as normas técnicas oficiais e mantidas em perfeito estado de conservação.
Nos pisos, escadas, rampas, corredores e passagens dos locais de trabalho, onde houver perigo de escorregamento, serão empregados materiais ou processos antiderrapantes.
Os andares acima do solo devem dispor de proteção adequada contra quedas, de acordo com as normas técnicas e legislações municipais, atendidas as condições de segurança e conforto.
Proteção contraintempéries
As partes externas, bem como todas as que separem unidades autônomas de uma edificação, ainda que não acompanhem sua estrutura, devem, obrigatoriamente, observar as normas técnicas oficiais relativas à resistência ao fogo, isolamento térmico, isolamento e condicionamento acústico, resistência estrutural e impermeabilidade.
Os pisos e as paredes dos locais de trabalho devem ser, sempre que necessário, impermeabilizados e protegidos contra a umidade.
As coberturas dos locais de trabalho devem assegurarproteção contra as chuvas.
As edificações dos locais de trabalho devem ser projetadas e construídas de modo a evitar insolação excessiva ou falta de insolação.
NR 08 – Edificações! Aumente seu aprendizado, no vídeo abaixo:
A FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) é um documento normalizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) conforme norma, ABNT-NBR 14725. Este documento, denominado “Ficha com Dados de Segurança” segundo Decreto nº 2.657 de 03/07/1998 (promulga a Convenção nº 170 da Organização Internacional do Trabalho-OIT), deve ser recebido pelos empregadores que utilizem produtos químicos, tornando-se um documento obrigatório para a comercialização destes produtos.
Objetivo
A ficha de informação de segurança de produto químico – FISPQ – fornece informações sobre vários aspectos desses produtos químicos (substâncias ou preparados) quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente. A FISPQ fornece, para esses aspectos, conhecimentos básicos sobre os produtos químicos, recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência.
A FISPQ é um meio de transferir informações essenciais sobre os riscos (incluindo informações sobre o transporte, manuseio, armazenamento e ações em emergências) do fornecedor de um produto químico ao usuário deste. Pode também ser usada para transferir essas informações para instituições, serviços e outras partes envolvidas com o produto químico.
Esta Norma estabelece condições para criar consistência no fornecimento de informações sobre questões de segurança, saúde e meio ambiente, relacionadas ao produto químico.
Modelo de FISPQ
Controle de exposição: Todos os tipos de medidas de precaução para proteger o usuário do produto químico.
Dano: Lesão física e/ou prejuízo à saúde, ao meio ambiente ou à propriedade.
Perigo: Fonte potencial de dano.
Produto químico: Substância ou preparado.
Risco: Probabilidade de ocorrência de perigos que causem danos, e grau de severidade do dano.
Uma FISPQ se aplica a um produto químico como um todo.
O fornecedor deve tornar disponível ao receptor/usuário uma FISPQ completa, na qual estão relatadas informações relevantes quanto à segurança, saúde e meio ambiente. O fornecedor tem o dever de manter a FISPQ sempre atualizada e tornar disponível ao usuário/receptor a edição mais recente.
O usuário da FISPQ é responsávelpor agir de acordo com uma avaliação de riscos, tendo em vista as condições de uso do produto, por tomar as medidas de precaução necessárias numa dada situação de trabalho e por manter os trabalhadores informados quanto aos perigos relevantes no seu local individual de trabalho.
O usuário da FISPQ é responsável por escolher a melhor maneira de informar os trabalhadores. Devem ser informadas no mínimo a identificação do produto, a composição, a identificação dos perigos, as medidas de primeiros-socorros, as medidas de combate a incêndio, as medidas de controle para derramamento ou vazamento, as instruções para manuseio e armazenamento, as medidas de controle de exposição e proteção individual, as informações sobre estabilidade e reatividade, as informações toxicológicas e as considerações sobre tratamento e disposição.
Quando formular as instruções específicas para o local de trabalho, o receptor deve levar em consideração as recomendações relevantes da FISPQ de cada produto.
Uma vez que uma FISPQ é meramente relacionada ao produto, esta não pode levar em conta todas as situações que possam ocorrer em qualquer local de trabalho. Portanto, uma FISPQ constitui apenas parte da informação necessária para a elaboração de um programa de segurança, saúde e meio ambiente.
Conteúdo
Uma FISPQ deve fornecer as informações sobre o produto químico dadas sob os seguintes 16 títulos-padrão, cujas terminologia, numeração e sequência não devem ser alteradas:
1 – Identificação do produto e da empresa
2 – Composição e informações sobre os ingredientes
3 – Identificação de perigos
4 – Medidas de primeiros-socorros
5 – Medidas de combate a incêndio
6 – Medidas de controle para derramamento ou vazamento
De acordo com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, define-se os primeiros socorros como a prestação e assistência médica imediata a uma pessoa ou uma ferida até à chegada de ajuda profissional.
Centra-senão só no dano físico ou de doença, mas também no atendimento inicial, incluindo o apoio psicológico para pessoas que sofrem emocionalmente devido a vivência ou testemunho de um evento traumático.
Sinais vitais
Os sinais vitais do paciente são: temperatura, pulso, respiração e a pressão arterial.
Estado de choque
O choque acontece quando o fluxo de oxigênio para as células do corpo diminui ou para por completo.
Causas
Grande perda de sangue, infarto, aceleração do coração, queimaduras graves, traumatismos de crânio, tórax e abdômen, envenenamentos, afogamento, choque elétrico, picadas de animais venenosos, mudança brusca de temperatura, infecção etc.
Sintomas
Pele pálida, úmida, pegajosa e fria;
Orelhas, lábios e pontas dos dedos arroxeadas;
Pulso rápido e fraco;
Respiração rápida, curta, irregular ou muito difícil;
Pupilas dilatadas, agitação, medo;
Náuseas e vômitos;
Perda total ou parcial de consciência;
Aceleração dos batimentos.
Tipos de estado de choque:
Choque hipovolêmico – É o choque que ocorre devido à redução do volume intravascular por causa da perda de sangue, de plasma ou de água perdida em diarreia e vômito.
Choque cardiogênico – Ocorre na incapacidade de o coração bombear um volume de sangue suficiente para atender às necessidades metabólicas dos tecidos.
Choque septicêmico – Pode ocorrer devido a uma infecção sistêmica.
Choque anafilático – É uma reação de hipersensibilidade sistêmica, que ocorre quando um indivíduo é exposto a uma substância à qual é extremamente alérgico.
Choque neurogênico – É o choque que decorre da redução do tônus vasomotor normal por distúrbio da função nervosa.
Queimaduras
1º grau
A queimadura de primeiro grau afeta apenas a camada superficial da pele causando sinais como dor e vermelhidão na região.
2º grau
A queimadura de 2º grau afeta as camadas intermédias da pele e, por isso, além da vermelhidão e da dor no local, podem surgir outros sintomas como bolhas ou inchaço do local.
3º grau
Em alguns casos, a queimadura de 3º grau pode ser tão grave que provoca falha em vários órgãos.
O que é recomendável:
Coloque a região queimada debaixo de água fria por, pelo menos, 15 minutos;
Mantenha um pano limpo e umedecido em água fria na região durante as primeiras 24 horas, trocando sempre que a água aquecer;
Não aplique qualquer produto como óleo ou manteiga na queimadura;
Não fure as bolhas e não aplique qualquer produto no local, para evitar o risco de infecção;
Procure ajuda médica se a bolha for muito grande.
Parada cardiorrespiratória
Sintomas
Os sintomas clássicos de uma parada cardíaca são uma forte dor no peito que leva à perda da consciência, ausência de pulsação e o desmaio, que faz com que a pessoa fique inanimada.
No entanto, antes disso, podem surgir outros sintomas que alertam para um possível infarto, como:
Dor no abdômen ou nas costas que não passa;
Falta de ar ou dificuldade em respirar;
Dificuldade em falar de forma clara;
Formigamento no braço esquerdo;
Palidez e cansaço excessivo;
Náuseas e tonturas frequentes;
Suores frios.
Assim, o mais importante é começar a massagem cardíaca, que deve ser feita da seguinte forma:
Chamar ajuda médica, ligando para o 192;
Deitar a vítima no chão, com a barriga para cima;
Levantar ligeiramente o queixo do indivíduo para cima, para facilitar a respiração;
Apoiar as mãos, uma sobre a outra no peito da vítima, entre os mamilos, em cima do coração;
Fazer 2 compressões por segundo até que o coração da vítima volte a bater sozinho, ou até a chegada da ambulância.
Hemorragias
Os primeiros socorros para hemorragia causada por ferimentos na pele são:
A hemorragia deve ser contida imediatamente, por meio de uso de compressa limpa e seca aplicada ao ferimento, devendo o socorrista usar luvas esterilizadas.
Se for localizada no braço ou na perna recomenda-se mantê-los elevados para diminuir a saída de sangue;
Nunca retire o objeto que eventualmente esteja encravado no local da hemorragia, faça pressão ao redor, ou amarre algo a redor de forma a tentar minimizar o fluxo de sangue.
Fraturas
Assim, no caso de uma fratura exposta é aconselhado que:
Chame uma ambulância, ligando para o 192, ou leve a vítima no hospital, caso consiga andar;
Se existir sangramento, eleve a zona afetadaacima do nível do coração;
Cubra o local com panos limposou uma compressa esterilizada, se possível;
No caso de rompimento total ou parcial de qualquer osso, o socorrista deve imobilizar o local da fratura e também as articulações próximas, acima e abaixo do local.
Entorse x Luxação
Entorse: Ruptura parcial ou total dos ligamentos de uma articulação.
Luxação: Deslocamento das extremidades óssea de uma articulação.