história da segurança do trabalho

Introdução à Segurança do Trabalho

Se você está estudando segurança do trabalho, é fundamental que você estude a Introdução à Segurança do Trabalho, pois é certeza que vai cair na sua prova. Por isso, atenção total e estude muito este resumo.

Índice do conteúdo:

  1. Início dos estudos em segurança do trabalho
  2. Quem é considerado o pai medicina do trabalho
  3. Fatos que marcaram a segurança do trabalho no mundo
  4. Fatos que marcaram a segurança do trabalho no Brasil
  5. Marco na segurança do trabalho

Principais tópicos da introdução/história da segurança do trabalho. Conheça os fatos mais importantes que marcaram a segurança do trabalho no Brasil e no mundo:

A segurança do trabalho pode ser entendida como os conjuntos de medidas que são adotadas visando Minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem com a física e a Capacidade de trabalho do trabalhador.

O que é Medicina do Trabalho?

É o ramo da Medicina que visa a preservação da saúde do Trabalhador melhorando as condições de sua atividade, bem como corrigindo as consequências dela advindas que são prejudiciais ao homem.

Responsabilidade pela segurança do trabalho

A responsabilidade pela segurança do trabalho é tripartite:  poder público, empregador e empregado.

Histórico da segurança do trabalho

Tem-se notícias de que Aristóteles – 384-322 a.c. – Estudou as enfermidades dos trabalhadores nas minas e, principalmente, a forma de evitá-las.

Hipócrates – 460-375 a.c. – Pai da Medicina, quatro séculos antes de Cristo, estudou a origem das doenças das quais eram vítimas os trabalhadores que exerciam suas atividades em Minas de estanho.

Marco da Segurança e Saúde no Trabalho

 

De morbis Artificium Diatriba

 

O Marco da segurança do trabalho se deu em 1.700, Na Itália, com a publicação da obraDe morbis Artificium Diatriba” – As doenças dos Trabalhadores de autoria do médico Bernardino Ramazzini (1633-1714) que, Por esse motivo, é considerado o “Pai da Medicina do Trabalho”. Nessa obra, O autor descreve uma série de doenças relacionadas a 50 profissões.

Com a invenção da máquina a vapor, nasce na Inglaterra a Revolução Industrial (1760-1830). Assim, galpões, estábulos e velhos armazéns eram transformados em Fábricas, Colocando-se no interior o maior número possível de máquinas de Fiação e Tecelagem.

A improvisação das fábricas e a mão de obra constituída por homens mulheres e crianças, sem qualquer processo seletivo quanto ao seu estado de saúde e desenvolvimento físico, culminaram em doenças e mortes.

Evolução da Segurança do Trabalho no mundo

Em 1802, o parlamento britânico aprovou a Primeira Lei de proteção dos Trabalhadores: a “lei de saúde e moral dos aprendizes “Estabelecia o limite de 12 de trabalho por dia, proibia o trabalho noturno, obrigava os empregadores a lavar as paredes das fábricas duas vezes por ano e tornava obrigatória a ventilação do ambiente (MIRANDA, 1998, P.2).

Em 1833, foi baixado o “Factory Act” – Lei das fábricas, Que foi considerada como a primeira legislação realmente eficiente no campo da proteção ao trabalhador.

E 1919, após a Primeira Guerra Mundial, na conferência da Paz, foi criada a Organização Internacional do Trabalho (OIT) fundamentada no princípio de que a paz universal é permanente só pode basear-se na justiça social, sendo a única das agências do sistema das Nações Unidas que tem estrutura tripartite, na qual os representantes dos empregadores e dos Trabalhadores tem os mesmos direitos que os do governo.

Evolução da segurança do trabalho no Brasil

No Brasil, podemos fixar por volta de 1930 a nossa revolução industrial e embora tivéssemos já a experiência de outros países, em menor escala, é bem verdade, atravessamos os mesmos obstáculos, o que fez com que se falasse, em 1970, que o Brasil era o campeão mundial de Acidentes do Trabalho.

Em 1966, foi criada a FUNDACENTRO, cuja missão é a produção e difusão de conhecimentos que contribuam para a promoção da segurança e saúde dos Trabalhadores, visando o desenvolvimento sustentável, com o crescimento econômico, equidade social e proteção do meio ambiente.

Cronologia da segurança do trabalho no Brasil

No Brasil, a evolução da segurança do trabalho se deu de forma mais tardia do que na Europa, uma vez que a nossa revolução industrial começou por volta de 1930.

Nessa época, o então presidente do Brasil, Getúlio Vargas, iniciou o processo de direitos trabalhistas individuais e coletivos com a criação da CLT, em 1943.

A partir daí, outras medidas foram realizadas em benefício dos Trabalhadores, como a criação da Lei 8213, que regulamentou os planos de benefícios da Previdência Social, incluindo os benefícios dos Trabalhadores vítimas de Acidentes do Trabalho.

Fatos que marcaram o desenvolvimento da segurança do trabalho no Brasil

  • 1919 – criada a lei de Acidentes do Trabalho, tornando compulsório o seguro contra o risco profissional;
  • 1923 –  criação da caixa de aposentadorias e pensões para os empregados das empresas ferroviárias, marco da Previdência Social;
  • 1930 – criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, atual MTPS;
  • 1943 –   criada a consolidação das leis do trabalho, CLT, que trata de segurança e saúde do trabalho no título II, capítulo V do artigo 154 ao 201;
  • 1966 –  criação da fundação Jorge do Duprat Figueiredo de segurança e medicina do trabalho – FUNDACENTRO, que atua em pesquisa científica e tecnológica relacionada à segurança e saúde dos Trabalhadores;
  • 1978 –  criação das normas regulamentadoras – NRs.

Importância da Segurança do Trabalho

Vários são os aspectos relacionados a implantação de programas de segurança e saúde do trabalho no âmbito da empresa:

a) aspectos sociais –  o ônus pelo acidente do trabalho reflete se em toda a nação; é ela que paga, através da arrecadação de impostos, ao incapacitado com a família da vítima de um acidente fatal o Seguro Social a que tem direito.

b) aspectos humanos –  embora não se possa representar em números, o aspecto humano é o mais importante, pois não há dinheiro que pague o preço de uma vida, a com um de que corresponda ao valor de uma mão, de um braço vou de qualquer parte do corpo mutilado em um acidente.

c) aspectos econômicos –  a queda na produção de uma empresa e da Nação como um todo, decorrente de acidente de trabalho, é um aspecto que deve ser considerado, pois, além do custo final dos produtos, o acidente acarreta gastos com atendimento médico, transporte, remédios, Indenizações, pensões, etc.

Conclusão

Você conheceu alguns exemplos de tópicos relevantes a Introdução a Segurança do Trabalho, que podem facilitar sua vida seja em aprovações em provas de concursos de segurança do trabalho ou para o aprimoramento profissional.

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TF

Cálculo Taxa de Frequência | Questão Comentada: A maneira mais simples e rápida de aprender a fazer esse cálculo

Descubra como fazer o cálculo da taxa de frequência de uma vez por todas. Com uma questões comentada: Dicas e macetes.

Taxa de frequência

É o número de acidentes por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.

taxa de frequência

 

1.(CESGRANRIO/PETROBRÁS/TÉCNICO DE SEGURANÇA JUNIOR) Em uma determinada indústria ocorreram, no período de 12 meses, 9 acidentes de trabalho, sendo 3 deles com lesão com afastamento e 6 com lesão sem afastamento. A empresa possui 1.000 empregados que trabalham em média 200 h/mês.

A taxa de frequência de acidentes foi de:

a) 1,25

b) 2,00

c) 2,50

d) 2,80

e) 3,75

COMENTÁRIOS:

Dados:

  • Acidentes = 9
  • HHT = 1.000 empregados x 200 h/mês x 12 meses = 2.400.000 milhões

Então fica: 9 x 1.000.000/2.400.000 = 9.000.000/2.400.000 = 3,75

Veja o cálculo abaixo:

Dica: Elimina-se a mesma quantidade de zeros, no divisor e dividendo, para facilitar o cálculo.

 

GABARITO: LETRA E

Se ainda ficou com dúvidas? Confira o passo a passo no vídeo abaixo:

 

Conclusão

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cálculo ibutg

[Dicas] – Como Fazer O Cálculo Do IBUTG – De Maneira Simples

 

Veja exemplos de como fazer o cálculo do IBUTG, em ambiente sem carga solar direta e em ambientes com carga solar direta. 

A exposição ao calor deve ser avaliada através do “Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo” – IBUTG definido pelas equações que se seguem:

Ambientes internos ou externos sem carga solar:

IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg

Ambientes externos com carga solar:

IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg

Onde:

tbn = temperatura de bulbo úmido natural

tg = temperatura de globo

tbs = temperatura de bulbo seco.

DICA: para você não errar mais o cálculo do IBUTG, na dúvida de qual fórmula usar, eu uso o seguinte macete:

  • COM carga solar – fórmula MAIOR – IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg
  • SEM carga solar – fórmula MENOR – IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg

Os aparelhos que devem ser usados nesta avaliação são: termômetro de bulbo úmido natural, termômetro de globo e termômetro de mercúrio comum.

As medições devem ser efetuadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida.

Exemplo a exposição SEM carga solar direta:

Um técnico de segurança do trabalho executou algumas medições em uma fábrica de bombas, no setor de fornos, e obteve as seguintes medições: temperatura de bulbo seco igual a 32 °C, temperatura de bulbo úmido natural igual a 28 °C e temperatura globo igual a 40 °C.

Sabendo-se que é um ambiente interno sem carga solar, qual o IBUTG do setor?

RESPOSTA:

Ambientes internos ou externos SEM carga solar:

IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg

dados: 

temperatura de bulbo úmido natural = 28°C

temperatura globo igual a 40 °C

Logo temos:  28 X 0,7 tbn + 40 X 0,3 tg = 19,6 + 12 = 31,6 °C.

Dica: Nesse caso, mesmo a questão fornecendo a temperatura de bulbo seco, ela deve ser dispensada para o cálculo.

Exemplo de exposição COM carga solar direta:

Um técnico de segurança do trabalho executou algumas medições em uma indústria cerâmica, no setor Secagem, e obteve as seguintes medições: temperatura de bulbo seco igual a 32 °C, temperatura de bulbo úmido natural igual a 28 °C e temperatura globo igual a 40 °C.

Sabendo-se que é um ambiente externo com carga solar, qual o IBUTG do setor?

RESPOSTA:

Ambientes externos COM carga solar:

IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg

Dados: 

temperatura de bulbo úmido natural = 28 °C

temperatura de bulbo seco = 32 °C

temperatura globo = 40 °C

Logo temos: 28 x 0,7 tbn + 32 x 0,1 tbs + 40 x 0,2 tg = 19,6 + 3,2 + 8 = 30,8 °C.

Dica: Neste caso, usa-se a fórmula completa. Ou seja, IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg.

Cálculo do IBUTG passo a passo, no vídeo abaixo:

 

Conclusão

Você conheceu alguns exemplos de tópicos relevantes sobre o Cálculo do IBUTG, que podem facilitar sua vida seja em aprovações em provas de concursos de segurança do trabalho ou para o aprimoramento profissional.

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cálculo tf e tg

As Taxas de Frequência e Gravidade: Entenda o que São e Aprenda e Calculá-Las

As taxas de frequência e gravidade são métricas utilizadas para avaliar a segurança ao monitorar acidentes ao longo do tempo em que um funcionário esteve sujeito a riscos.

A Taxa de Frequência (TF) indica a eficácia das práticas de gestão de segurança e saúde no trabalho, refletindo o número de acidentes por milhão de horas trabalhadas por cada trabalhador exposto ao risco durante um determinado período.

Esta taxa é essencial, uma vez que as empresas devem registrar esse dado em documentos obrigatórios, como os do SESMT.

Neste artigo, você entender e encontrará o passo a passo de forma prática como calculá-las .

Veja neste artigo você vai aprender mais sobre:

1. Como fazer o cálculo da taxa de frequência;

2. Como fazer o cálculo da taxa de gravidade;

3. Como usar as fórmulas produtivamente.

Taxa de frequência

É o número de acidentes por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.

TAXA DE FREQUÊNCIA

Em que:

TF – taxa de frequência

N – número de acidentes

HHT – horas-homem de exposição ao risco

EXEMPLO:

Em uma indústria aconteceram 5 acidentes no mês, com os trabalhadores expostos a 20.000 horas ao risco. Qual é a taxa de frequência?

Dados:

Números de acidentes: 5

Horas-homem de exposição ao risco: 20.000

cálculo taxa de frequência

Dica: Os acidentes de trajeto devem ser tratados à parte, não sendo incluído no cálculo usual das taxas de frequência e gravidade.

Taxa de gravidade

É o tempo computado por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.

taxa de gravidade

Em que:

TG – taxa de gravidade

T – tempo computado

HHT – horas-homem de exposição ao risco

EXEMPLO:

Em uma indústria aconteceram 5 acidentes no mês, sendo que resultou em 10 dias perdidos e 6000 dias debitados, com os trabalhadores expostos a 20.000 horas ao risco. Qual é a taxa de gravidade?

Dados:

Dias perdidos: 10

Dias debitados: 6000

Horas-homem de exposição ao risco: 20.000

TG = (DP+DD) x 1.000.000 / HHT = TG = (10+6000) x 1.000.000 =

TG = 6010000000 / 20000 = TG = 300500

Tempo computado = dias perdidos + dias debitados.

Dias perdidos = dias de afastamento do trabalho, em virtude de lesão pessoal.

Dias debitados = dias que se debitam, por incapacidade permanente ou morte, para o cálculo do tempo computado.

Números de acidentes = acidentes com ou sem perda de tempo acorrida no mês.

Cálculo da taxa de frequência! Aumente seu aprendizado, no vídeo abaixo:

Veja abaixo um quadro resumo da tabela de dias debitados:

 

QUADRO RESUMO NBR 14280 - DIAS A DEBITAR

 

Conclusão

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SIGLAS ST

Principais Siglas usadas na Segurança Do Trabalho (ATUALIZADO)

Neste artigo, você vai conhecer as principais siglas são usadas na segurança do trabalho. Conhecer  siglas facilitará muito o estudo e compreensão da matéria.

A segurança do trabalho é um conjunto de ações e medidas adotadas para reduzir a ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais, de modo a proteger a integridade do trabalhador no ambiente laboral.

Confira a relação abaixo:

1. ACGIH – American Conference of Governametal Industrial Higienists

2. AFT – Auditor Fiscal do Trabalho.

3. AET – Análise Ergonômica do Trabalho.

4. ASO – Atestado de Saúde Ocupacional.

5. CID – Classificação Internacional das Doenças.

7. CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

 

cipa

 

8. CNAE – Classificação Nacional de Atividade Econômica.

9. CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente.

10. CCT – Convenção Coletiva do Trabalho.

11. CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho.

12. CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.

13. CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.

14. CBO – Classificação Brasileira de Ocupações.

15. CA – Certificado de Aprovação.

16. CTPAT – Comissão de Prevenção de Acidentes no Trabalho Portuário

17. DDS – Diálogo Diário de Segurança.

18. EPI Equipamento de Proteção Individual.

19. FAP – Fator Acidentário Previdenciário.

20. FISPQ – Ficha de Segurança de Produtos Químicos.

21. FUNDACENTRO – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (nome dado em homenagem ao fundador).

 

ministério do trabalho

 

22. GHR – Grupo Homogêneo de Risco.

23. GRO – Gerenciamento de Risco Ocupacional

24. IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

25. IPVS – Imediatamente Perigoso a Vida e a Saúde

26. IBUTG Índice de Bulbo Úmido-Termômetro de Globo.

27. MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.

28. NRS – Normas Regulamentadoras.

29. NHO – Norma de Higiene Ocupacional.

30. PAIR – Perda Auditiva Induzida por Ruído.

31. PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário.

32. PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

33. PCA – Programa de Conservação Auditiva.

34. PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos.

35. LTCAT – Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho.

36. LT – Limite de Tolerância.

37. LER – Lesão por Esforço Repetitivo.

38. DORT Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho.

39. OHSAS – Occupational Health and Safety Assessement Series. Consiste em uma série de normas britânicas para orientação de formação de um Sistema de Gestão e certificação da segurança e saúde no trabalho.

40. PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.

41. PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.

 

pcmso

 

42. PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador.

43. PCA – Programa de Conservação Auditiva.

44. PPR – Programa de Proteção Respiratória

45. PT – Permissão de trabalho

46. SAT – Seguro de Acidentes de Trabalho.

47. SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes.

48. SESMT – Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.

49. SSST – Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho.

50. SRTE – Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.

51. SIT – Secretaria de Inspeção do Trabalho.

52. TRT – Tribunal Regional do Trabalho.

53. TST – Tribunal Superior do Trabalho.

54. OIT – Organização Internacional do Trabalho.

55. OS – Ordem de Serviço.

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Conclusão

Você conheceu alguns exemplos de tópicos relevantes sobre as principais Siglas usadas na Segurança Do Trabalho, que podem facilitar sua vida seja em aprovações em provas de concursos de segurança do trabalho ou para o aprimoramento profissional.

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