resíduos sólidos

NBR 10004 – Classificação dos Resíduos Sólidos: Assuntos Mais Importantes

Conheça os assuntos que são cobrados da NBR 10004 – Classificação do resíduos sólidos. Incluindo destaques e ilustrações para facilitar o aprendizado.

Objetivo

Esta norma classifica os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, para que POSSA SER GERENCIADOS separadamente.

Definições

Resíduos sólidos:  resíduos nos Estados sólido e semissólido, que resultam de atividades de origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição.  Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos de água, e exijam para isso soluções técnica e economicamente inviáveis em face a melhoria tecnológica disponível.

Periculosidade de um resíduo:  característica apresentada por um resíduo que, de propriedade físicas, químicas ou infectocontagiosas, pode apresentar:

a) risco a saúde pública, para mortalidade, incidência de doenças o acentuado seus índices;

b) risco ao meio ambiente, quando o resíduo for gerenciado de forma inadequada.

Toxicidade:  propriedade POTENCIAL que o agente tóxico possui de provocar, em maior ou menor grau, o efeito adverso em consequência de sua interação com o organismo.

Agente tóxico:  qualquer substância ou mistura cuja inalação, ingestão ou absorção cutânea tenha cedo CIENTIFICAMENTE COMPROVADA como tendo efeito adverso (tóxico, carcinogênico, mutagênico, teratogênico, ou eco toxicológico).

Toxicidade aguda:  propriedade potencial que o agente tóxico possui de provocar um efeito adverso grave, ou mesmo morte, em consequência de sua interação com o organismo, após exposição a uma única dose elevada ou repetidas doses em curto espaço de tempo.

Agente teratogênico: qualquer substância, mistura, organismo, agente físico ou estado de deficiência que, estando presente durante a vida embrionária ou fetal, produz uma alteração na estrutura ou na função do indivíduo dela resultante.

Agente mutagênico:  qualquer substância, mistura, agente físico ou biológico cuja inalação, ingestão ou absorção cutânea possa elevar as taxas espontâneas de danos ao material genético e ainda provocar o aumentar a frequência de defeitos genéticos.

Agente carcinogênico:  substâncias, misturas, agentes físico ou biológicos cuja inalação ingestão e absorção cutânea possa desenvolver câncer ou aumentar sua frequência.  O câncer é o resultado de processo anormal, não controlado da diferenciação e proliferação celular, podendo ser iniciado com alteração muacional.

Classificação de resíduos

Para os efeitos desta Norma, os resíduos são classificados em:

a) resíduos classe I –  perigosos;

b) Resíduos Classe II –  não perigosos;

  • Resíduos classe II A –  não inertes.
  • Resíduos classe II B –  inertes.

Resíduos classe I –  perigosos

 

resíduos perigosos

 

Inflamabilidade –  um resíduo sólido é caracterizado como inflamável: (código de identificação D001).

Corrosividade – resíduo é caracterizado como corrosivo: (código de identificação D002).

Reatividade –  um resíduo é caracterizado como reativo: (código de identificação D003).

Toxicidade –  o resíduo é caracterizado como tóxico se apresenta uma amostra representativa dele.

Patogenicidade –  o resíduo é caracterizado como patogênico: (código de identificação D004).

Resíduos Classe II –  não perigosos

 

resíduos não perigosos

 

Resíduos classe IIA – não inertes

Aqueles que não se enquadram nas classificações de resíduos classe I –  perigosos ou de resíduos classe II B –  inertes. Os resíduos classe II A –  não inertes podem ter propriedades, tais como:  biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água.

Resíduos classe IIAExemplos de resíduos não inertes:

Papel, lixo orgânico, garrafa pet, etc.

Resíduos classe II B inertes

Quaisquer resíduos que, quando amostradas de uma forma representativa, segundo a ABNT 10007, e submetidos a um contato dinâmico e estático com água destilada ou deionizada, a temperatura ambiente, conforme ABNT 10006, não tiver em nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, efetuando-se aspecto, cor, turbidez, dureza e Sabor, conforme anexo G.

Exemplos de resíduos inertes:

Vidro, metal, pneu, etc.

Conclusão

Você conheceu alguns exemplos de tópicos relevantes da NBR 10004, que podem facilitar sua vida seja em aprovações em provas de concursos de segurança do trabalho ou para o aprimoramento profissional.

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história da segurança do trabalho

Introdução à Segurança do Trabalho

Se você está estudando segurança do trabalho, é fundamental que você estude a Introdução à Segurança do Trabalho, pois é certeza que vai cair na sua prova. Por isso, atenção total e estude muito este resumo.

Índice do conteúdo:

  1. Início dos estudos em segurança do trabalho
  2. Quem é considerado o pai medicina do trabalho
  3. Fatos que marcaram a segurança do trabalho no mundo
  4. Fatos que marcaram a segurança do trabalho no Brasil
  5. Marco na segurança do trabalho

Principais tópicos da introdução/história da segurança do trabalho. Conheça os fatos mais importantes que marcaram a segurança do trabalho no Brasil e no mundo:

A segurança do trabalho pode ser entendida como os conjuntos de medidas que são adotadas visando Minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem com a física e a Capacidade de trabalho do trabalhador.

O que é Medicina do Trabalho?

É o ramo da Medicina que visa a preservação da saúde do Trabalhador melhorando as condições de sua atividade, bem como corrigindo as consequências dela advindas que são prejudiciais ao homem.

Responsabilidade pela segurança do trabalho

A responsabilidade pela segurança do trabalho é tripartite:  poder público, empregador e empregado.

Histórico da segurança do trabalho

Tem-se notícias de que Aristóteles – 384-322 a.c. – Estudou as enfermidades dos trabalhadores nas minas e, principalmente, a forma de evitá-las.

Hipócrates – 460-375 a.c. – Pai da Medicina, quatro séculos antes de Cristo, estudou a origem das doenças das quais eram vítimas os trabalhadores que exerciam suas atividades em Minas de estanho.

Marco da Segurança e Saúde no Trabalho

 

De morbis Artificium Diatriba

 

O Marco da segurança do trabalho se deu em 1.700, Na Itália, com a publicação da obraDe morbis Artificium Diatriba” – As doenças dos Trabalhadores de autoria do médico Bernardino Ramazzini (1633-1714) que, Por esse motivo, é considerado o “Pai da Medicina do Trabalho”. Nessa obra, O autor descreve uma série de doenças relacionadas a 50 profissões.

Com a invenção da máquina a vapor, nasce na Inglaterra a Revolução Industrial (1760-1830). Assim, galpões, estábulos e velhos armazéns eram transformados em Fábricas, Colocando-se no interior o maior número possível de máquinas de Fiação e Tecelagem.

A improvisação das fábricas e a mão de obra constituída por homens mulheres e crianças, sem qualquer processo seletivo quanto ao seu estado de saúde e desenvolvimento físico, culminaram em doenças e mortes.

Evolução da Segurança do Trabalho no mundo

Em 1802, o parlamento britânico aprovou a Primeira Lei de proteção dos Trabalhadores: a “lei de saúde e moral dos aprendizes “Estabelecia o limite de 12 de trabalho por dia, proibia o trabalho noturno, obrigava os empregadores a lavar as paredes das fábricas duas vezes por ano e tornava obrigatória a ventilação do ambiente (MIRANDA, 1998, P.2).

Em 1833, foi baixado o “Factory Act” – Lei das fábricas, Que foi considerada como a primeira legislação realmente eficiente no campo da proteção ao trabalhador.

E 1919, após a Primeira Guerra Mundial, na conferência da Paz, foi criada a Organização Internacional do Trabalho (OIT) fundamentada no princípio de que a paz universal é permanente só pode basear-se na justiça social, sendo a única das agências do sistema das Nações Unidas que tem estrutura tripartite, na qual os representantes dos empregadores e dos Trabalhadores tem os mesmos direitos que os do governo.

Evolução da segurança do trabalho no Brasil

No Brasil, podemos fixar por volta de 1930 a nossa revolução industrial e embora tivéssemos já a experiência de outros países, em menor escala, é bem verdade, atravessamos os mesmos obstáculos, o que fez com que se falasse, em 1970, que o Brasil era o campeão mundial de Acidentes do Trabalho.

Em 1966, foi criada a FUNDACENTRO, cuja missão é a produção e difusão de conhecimentos que contribuam para a promoção da segurança e saúde dos Trabalhadores, visando o desenvolvimento sustentável, com o crescimento econômico, equidade social e proteção do meio ambiente.

Cronologia da segurança do trabalho no Brasil

No Brasil, a evolução da segurança do trabalho se deu de forma mais tardia do que na Europa, uma vez que a nossa revolução industrial começou por volta de 1930.

Nessa época, o então presidente do Brasil, Getúlio Vargas, iniciou o processo de direitos trabalhistas individuais e coletivos com a criação da CLT, em 1943.

A partir daí, outras medidas foram realizadas em benefício dos Trabalhadores, como a criação da Lei 8213, que regulamentou os planos de benefícios da Previdência Social, incluindo os benefícios dos Trabalhadores vítimas de Acidentes do Trabalho.

Fatos que marcaram o desenvolvimento da segurança do trabalho no Brasil

  • 1919 – criada a lei de Acidentes do Trabalho, tornando compulsório o seguro contra o risco profissional;
  • 1923 –  criação da caixa de aposentadorias e pensões para os empregados das empresas ferroviárias, marco da Previdência Social;
  • 1930 – criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, atual MTPS;
  • 1943 –   criada a consolidação das leis do trabalho, CLT, que trata de segurança e saúde do trabalho no título II, capítulo V do artigo 154 ao 201;
  • 1966 –  criação da fundação Jorge do Duprat Figueiredo de segurança e medicina do trabalho – FUNDACENTRO, que atua em pesquisa científica e tecnológica relacionada à segurança e saúde dos Trabalhadores;
  • 1978 –  criação das normas regulamentadoras – NRs.

Importância da Segurança do Trabalho

Vários são os aspectos relacionados a implantação de programas de segurança e saúde do trabalho no âmbito da empresa:

a) aspectos sociais –  o ônus pelo acidente do trabalho reflete se em toda a nação; é ela que paga, através da arrecadação de impostos, ao incapacitado com a família da vítima de um acidente fatal o Seguro Social a que tem direito.

b) aspectos humanos –  embora não se possa representar em números, o aspecto humano é o mais importante, pois não há dinheiro que pague o preço de uma vida, a com um de que corresponda ao valor de uma mão, de um braço vou de qualquer parte do corpo mutilado em um acidente.

c) aspectos econômicos –  a queda na produção de uma empresa e da Nação como um todo, decorrente de acidente de trabalho, é um aspecto que deve ser considerado, pois, além do custo final dos produtos, o acidente acarreta gastos com atendimento médico, transporte, remédios, Indenizações, pensões, etc.

Conclusão

Você conheceu alguns exemplos de tópicos relevantes a Introdução a Segurança do Trabalho, que podem facilitar sua vida seja em aprovações em provas de concursos de segurança do trabalho ou para o aprimoramento profissional.

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TF

Cálculo Taxa de Frequência | Questão Comentada: A maneira mais simples e rápida de aprender a fazer esse cálculo

Descubra como fazer o cálculo da taxa de frequência de uma vez por todas. Com uma questões comentada: Dicas e macetes.

Taxa de frequência

É o número de acidentes por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.

taxa de frequência

 

1.(CESGRANRIO/PETROBRÁS/TÉCNICO DE SEGURANÇA JUNIOR) Em uma determinada indústria ocorreram, no período de 12 meses, 9 acidentes de trabalho, sendo 3 deles com lesão com afastamento e 6 com lesão sem afastamento. A empresa possui 1.000 empregados que trabalham em média 200 h/mês.

A taxa de frequência de acidentes foi de:

a) 1,25

b) 2,00

c) 2,50

d) 2,80

e) 3,75

COMENTÁRIOS:

Dados:

  • Acidentes = 9
  • HHT = 1.000 empregados x 200 h/mês x 12 meses = 2.400.000 milhões

Então fica: 9 x 1.000.000/2.400.000 = 9.000.000/2.400.000 = 3,75

Veja o cálculo abaixo:

Dica: Elimina-se a mesma quantidade de zeros, no divisor e dividendo, para facilitar o cálculo.

 

GABARITO: LETRA E

Se ainda ficou com dúvidas? Confira o passo a passo no vídeo abaixo:

 

Conclusão

Você conheceu alguns exemplos de tópicos relevantes sobre TF, que vão te ajudar a ser aprovado em concurso, bem como crescer profissionalmente.

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cálculo ibutg

[Dicas] – Como Fazer O Cálculo Do IBUTG – De Maneira Simples

 

Veja exemplos de como fazer o cálculo do IBUTG, em ambiente sem carga solar direta e em ambientes com carga solar direta. 

A exposição ao calor deve ser avaliada através do “Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo” – IBUTG definido pelas equações que se seguem:

Ambientes internos ou externos sem carga solar:

IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg

Ambientes externos com carga solar:

IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg

Onde:

tbn = temperatura de bulbo úmido natural

tg = temperatura de globo

tbs = temperatura de bulbo seco.

DICA: para você não errar mais o cálculo do IBUTG, na dúvida de qual fórmula usar, eu uso o seguinte macete:

  • COM carga solar – fórmula MAIOR – IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg
  • SEM carga solar – fórmula MENOR – IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg

Os aparelhos que devem ser usados nesta avaliação são: termômetro de bulbo úmido natural, termômetro de globo e termômetro de mercúrio comum.

As medições devem ser efetuadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida.

Exemplo a exposição SEM carga solar direta:

Um técnico de segurança do trabalho executou algumas medições em uma fábrica de bombas, no setor de fornos, e obteve as seguintes medições: temperatura de bulbo seco igual a 32 °C, temperatura de bulbo úmido natural igual a 28 °C e temperatura globo igual a 40 °C.

Sabendo-se que é um ambiente interno sem carga solar, qual o IBUTG do setor?

RESPOSTA:

Ambientes internos ou externos SEM carga solar:

IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg

dados: 

temperatura de bulbo úmido natural = 28°C

temperatura globo igual a 40 °C

Logo temos:  28 X 0,7 tbn + 40 X 0,3 tg = 19,6 + 12 = 31,6 °C.

Dica: Nesse caso, mesmo a questão fornecendo a temperatura de bulbo seco, ela deve ser dispensada para o cálculo.

Exemplo de exposição COM carga solar direta:

Um técnico de segurança do trabalho executou algumas medições em uma indústria cerâmica, no setor Secagem, e obteve as seguintes medições: temperatura de bulbo seco igual a 32 °C, temperatura de bulbo úmido natural igual a 28 °C e temperatura globo igual a 40 °C.

Sabendo-se que é um ambiente externo com carga solar, qual o IBUTG do setor?

RESPOSTA:

Ambientes externos COM carga solar:

IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg

Dados: 

temperatura de bulbo úmido natural = 28 °C

temperatura de bulbo seco = 32 °C

temperatura globo = 40 °C

Logo temos: 28 x 0,7 tbn + 32 x 0,1 tbs + 40 x 0,2 tg = 19,6 + 3,2 + 8 = 30,8 °C.

Dica: Neste caso, usa-se a fórmula completa. Ou seja, IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg.

Cálculo do IBUTG passo a passo, no vídeo abaixo:

 

Conclusão

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cálculo tf e tg

As Taxas de Frequência e Gravidade: Entenda o que São e Aprenda e Calculá-Las

As taxas de frequência e gravidade são métricas utilizadas para avaliar a segurança ao monitorar acidentes ao longo do tempo em que um funcionário esteve sujeito a riscos.

A Taxa de Frequência (TF) indica a eficácia das práticas de gestão de segurança e saúde no trabalho, refletindo o número de acidentes por milhão de horas trabalhadas por cada trabalhador exposto ao risco durante um determinado período.

Esta taxa é essencial, uma vez que as empresas devem registrar esse dado em documentos obrigatórios, como os do SESMT.

Neste artigo, você entender e encontrará o passo a passo de forma prática como calculá-las .

Veja neste artigo você vai aprender mais sobre:

1. Como fazer o cálculo da taxa de frequência;

2. Como fazer o cálculo da taxa de gravidade;

3. Como usar as fórmulas produtivamente.

Taxa de frequência

É o número de acidentes por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.

TAXA DE FREQUÊNCIA

Em que:

TF – taxa de frequência

N – número de acidentes

HHT – horas-homem de exposição ao risco

EXEMPLO:

Em uma indústria aconteceram 5 acidentes no mês, com os trabalhadores expostos a 20.000 horas ao risco. Qual é a taxa de frequência?

Dados:

Números de acidentes: 5

Horas-homem de exposição ao risco: 20.000

cálculo taxa de frequência

Dica: Os acidentes de trajeto devem ser tratados à parte, não sendo incluído no cálculo usual das taxas de frequência e gravidade.

Taxa de gravidade

É o tempo computado por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.

taxa de gravidade

Em que:

TG – taxa de gravidade

T – tempo computado

HHT – horas-homem de exposição ao risco

EXEMPLO:

Em uma indústria aconteceram 5 acidentes no mês, sendo que resultou em 10 dias perdidos e 6000 dias debitados, com os trabalhadores expostos a 20.000 horas ao risco. Qual é a taxa de gravidade?

Dados:

Dias perdidos: 10

Dias debitados: 6000

Horas-homem de exposição ao risco: 20.000

TG = (DP+DD) x 1.000.000 / HHT = TG = (10+6000) x 1.000.000 =

TG = 6010000000 / 20000 = TG = 300500

Tempo computado = dias perdidos + dias debitados.

Dias perdidos = dias de afastamento do trabalho, em virtude de lesão pessoal.

Dias debitados = dias que se debitam, por incapacidade permanente ou morte, para o cálculo do tempo computado.

Números de acidentes = acidentes com ou sem perda de tempo acorrida no mês.

Cálculo da taxa de frequência! Aumente seu aprendizado, no vídeo abaixo:

Veja abaixo um quadro resumo da tabela de dias debitados:

 

QUADRO RESUMO NBR 14280 - DIAS A DEBITAR

 

Conclusão

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